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Alimento de Fé - 26/09/2018 - Desafiados a Agir!

“E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos”. Mateus 25:22.

 

Leia Mateus 25: 14 – 30.       

 

            Quando somos chamados para o Reino de Deus, a finalidade é de que cooperemos com o Senhor em todos os momentos. Mas, em nenhum circunstâncias iremos fazer as coisas por nós mesmos, seremos capacitados pela graça de Deus. Sem a capacitação de Jesus, o menor esforço se torna insuportável, mas “podemos todas as coisas N’Aquele que nos fortalece”. Desta forma podemos ser efetivos na missão do Senhor.

            Queremos analisar está parábola dentro de uma perspectiva de que todo nosso trabalho é na verdade um reflexo primeiro de uma ação de Deus em nossas vidas.

            Cristo é o Senhor de todos os tempos e de todas as gerações. Somos todos servos. Pode-se interpretar a parábola tendo a ideia relacionada com o período entre a ascensão e a segunda vinda de Cristo na terra. Estes três servos representam diferentes tipos de pessoas, cada uma é responsável à sua maneira por representar e cuidar dos interesses do Senhor. Cada um deles, de acordo com seus talentos, deve contribuir para o aumento das posses de seu mestre.

            Depois de algum tempo, o Senhor com certeza voltará, para ver como os servos conseguiram lidar com as coisas que lhes foram confiadas. Este é um quadro para a segunda vinda do Senhor.

Os dois primeiros são elogiados, eles foram desafiados a agir e assim o fizeram. Estes dois primeiros personagens da parábola representam os trabalhadores que se mantiveram fiéis, podemos dizer que são os genuínos cristãos.

Essas pessoas se comprometeram a agir com todas as forças, para que pudessem com as suas ações agradarem ao Senhor. Não é uma questão de multiplicação, mas de se pôr em movimento objetivando agradar ao Mestre. Eles tinham convicção de sua volta e queriam demonstrar através do agir, o quanto o amava.

O terceiro servo preferiu ficar inerte e por isso, apresenta apenas desculpas. Com essa atitude demonstrou que não era um verdadeiro servo, nem tampouco amava ao seu senhor.  Para ele a causa do Mestre lhe é indiferente. Além disso, ele tem uma fé errada, a partir disto ele tem uma percepção errada do mestre, se não fosse assim não teria pensado mal do seu mestre.

            Todos nós que servimos a Deus, temos talentos. Estes talentos vem da parte de Deus, para que sejamos seus cooperadores em Sua missão. Precisamos ter humildade para reconhecermos estes talentos e ousadia para aceitarmos os desafios e agir.  

            Com coragem suficiente, fé sadia e sabedoria, devemos usar esses talentos para produzir frutos, para a glória do Senhor. Assim, no Reino de Deus, nossa própria contribuição conta. Naturalmente, Deus tem os talentos, mas devemos voluntariamente colocá-los em serviço à Sua vontade. Não podemos escondê-los e assim deixá-los estéreis.

O "servo inútil" foi excluído do Reino de Deus. Ele não foi lançado fora porque não tinha multiplicado o dinheiro, mas porque sua falta de ação revelou que seu coração não era leal ao seu mestre. Ele pensou que poderia fazer as coisas de qualquer forma, foi impulsionado por medo e não por amor.  

 

Oração: Jesus, humildemente lhe agradecemos pelos talentos que nos concedestes. Queremos usá-los para trabalhar e revelar Teu Reino a muitas pessoas. Queremos realizar tudo, tendo como base o amor que sentimos por Ti. Amém